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Como a Liberação Miofascial pode ajudar o seu treino?

Atualizado: 22 de jan. de 2019

O objetivo é diminuir a tensão local e promover benefícios como, alívio de possíveis dores, aumento da flexibilidade e mobilidade articular.

materiais comumente utilizados na liberação miofascial

Primeiro, o que quer dizer Miofascial?

O termo se refere a Fáscia Muscular (Mio = músculo + Fascial = fáscia). Talvez você já tenha ouvido falar em fascite plantar. Essa condição que acomete muitos corredores é caracterizada pela inflamação ou degeneração da fáscia dos músculos da planta do pé. Assim como os pés, todos os músculos do corpo são cobertos por uma camada de tecido chamada fáscia.

Inflamação ou degeneração da fáscia dos músculos

Simplificando, é como se o seu corpo inteiro fosse um músculo bem grande e as roupas que você veste fosse a fáscia. Conforme você se mexe, a sua roupa fica mais esticada de um lado ou enrugada do outro. A mesma coisa acontece com a fáscia e, devido as nossas atividades diárias, esse tecido sofre alterações que geram desequilíbrios e, por consequência, dores, incômodos, restrições de movimento e aumento do risco de lesões.


A Liberação Miofascial é uma técnica que consiste na aplicação de pressão em pontos de tensão espalhados pelo corpo (é como se estivéssemos passando a roupa para deixá-la toda esticada por igual, de todos os lados). O objetivo é diminuir a tensão local e promover benefícios como, alívio de possíveis dores, aumento da flexibilidade e mobilidade articular, distribuição adequada de tensão entre as cadeias teciduais, aumento do fluxo sanguíneo e temperatura, entre outros.


O que é preciso?

Para fazer a Liberação Miofascial é necessário algum objeto rígido. Normalmente são utilizados rolos de massagem, bolinhas de lacrosse, canos de PVC, barras olímpicas, kettlebells ou qualquer outro objeto duro o suficiente para causar o nível de pressão desejado.


Como fazer?


O ideal é fazer a Liberação Miofascial em segmentos corporais específicos logo no início do treino, assim as vantagens podem ser transferidas para o momento do exercício. Porém, realizar a técnica no pós treino ou em momentos fora do período de treinamento também promove os benefícios mencionados, além de atenuar as dores de inicio tardio de treinos anteriores.



 

Guilherme Tadeu Mendes Oliveira Head Coach no Studio cross 6. Bacharel em educação física e saúde pela USP. Atua no mercado a mais de 3 com foco na qualidade de vida e emagrecimento

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